Por que algumas pessoas desenvolvem TDPM? A genética pode ajudar a explicar
A resposta provavelmente envolve uma combinação de fatores biológicos, genéticos e ambientais.
Se os hormônios não estão necessariamente “errados”, surge uma pergunta importante:
Por que algumas pessoas desenvolvem TDPM e outras não?
A resposta provavelmente envolve uma combinação de fatores biológicos, genéticos e ambientais.
Um dos caminhos que vêm sendo estudados envolve justamente os mecanismos cerebrais responsáveis pela resposta à progesterona e à alopregnanolona.
Pesquisas recentes investigaram diferenças na expressão de genes relacionados às subunidades do receptor GABA-A em pessoas com TDPM.
genética
cerebral
hormonais
Esses estudos levantam a possibilidade de que algumas pessoas tenham uma predisposição biológica que faz com que o cérebro se adapte de maneira diferente às mudanças hormonais que acontecem naturalmente durante o ciclo menstrual.
Isso é muito diferente de dizer que existe simplesmente um “gene do TDPM”.
Ainda não existe um único marcador genético capaz de explicar quem terá ou não terá o transtorno.
O que a ciência está tentando entender é justamente essa interação entre predisposição genética, funcionamento cerebral e exposição às oscilações hormonais.
E isso é importante porque tira novamente o TDPM do campo da culpa.
Existe uma predisposição biológica possível — ainda em investigação — que pode ajudar a explicar por que determinadas pessoas apresentam uma resposta tão intensa às mudanças normais do ciclo.
Referência
Conhecer o padrão do seu ciclo também é uma forma de cuidado.
A Cyclical ajuda você a registrar sintomas e reconhecer mudanças recorrentes — sem substituir diagnóstico ou acompanhamento profissional.
Conheça a Cyclical


